Saber esperar o que esta por vir.
Saber olhar e refletir.
Saber calar na hora certa.
Observar, não se meter.
Deixar o tempo correr.
Sentir o coração quieto. Em paz. Pela primeira vez em anos. Estar de bem comigo e agradecer a Deus por isso. É o que tenho feito todos os dias. Sentada em minha cama. Com um olhar perdido. Procurando repassar alguns fatos da vida.
E sorrindo sem perceber. E me surpreendendo por estar fazendo o que eu não acreditava poder. Quieta no meu canto. Resguardada pra mim. Calma, calada e serena. E apesar de tantas coisas e tantos problemas, um pouco mais feliz.
Feliz por poder ser útil, por ajudar. Por poder transmitir com minha pouca experiência, alguma esperança pra mais alguém. Tocar outra vida, outro coração. E fazer isso sem esperar nada. Por que o retorno que eu quero é a felicidade de saber que eu ajudei.
Sempre escuto que tenho coração bom. E rogo a Deus todo dia que o conserve assim. Pois quero ser mais amiga pra quem precisar. Claro que hoje enxergo diferente e sei a quem e o quanto me doar. Mas a tal felicidade... disso não abro mão.
Também não abro mão de falar o que quero, de agir como quero (mesmo que seja um pouco infantil as vezes), de cantar pra me acalmar, de estudar pra aprender, de chorar pra aliviar a dor... Não abro mão de ser um pouco mais humana, mais assessível.
Não acho que isso demonstre fragilidade. Não mais. Até porque descobri que não preciso estar sempre na defensiva. Não preciso. Não estou sob ataque.
Me disseram que mudei pois tinha a necessidade de mudar e me rezafer. Traçar um rumo. E me pergunto tantas vezes se não teria sido mais fácil essa transição se eu aprendesse com meus erros. Porque eu sofri muito e mesmo assim não aprendi. Também não tive muito amor na minha vida pra ensinar. Mudei porque era hora de mudar.
Mas não me arrependo. Porque tudo que fiz me trouxe até onde estou. E dessa nova eu, eu gosto, eu cuido, eu amo.
E sorrindo sem perceber. E me surpreendendo por estar fazendo o que eu não acreditava poder. Quieta no meu canto. Resguardada pra mim. Calma, calada e serena. E apesar de tantas coisas e tantos problemas, um pouco mais feliz.
Feliz por poder ser útil, por ajudar. Por poder transmitir com minha pouca experiência, alguma esperança pra mais alguém. Tocar outra vida, outro coração. E fazer isso sem esperar nada. Por que o retorno que eu quero é a felicidade de saber que eu ajudei.
Sempre escuto que tenho coração bom. E rogo a Deus todo dia que o conserve assim. Pois quero ser mais amiga pra quem precisar. Claro que hoje enxergo diferente e sei a quem e o quanto me doar. Mas a tal felicidade... disso não abro mão.
Também não abro mão de falar o que quero, de agir como quero (mesmo que seja um pouco infantil as vezes), de cantar pra me acalmar, de estudar pra aprender, de chorar pra aliviar a dor... Não abro mão de ser um pouco mais humana, mais assessível.
Não acho que isso demonstre fragilidade. Não mais. Até porque descobri que não preciso estar sempre na defensiva. Não preciso. Não estou sob ataque.
Me disseram que mudei pois tinha a necessidade de mudar e me rezafer. Traçar um rumo. E me pergunto tantas vezes se não teria sido mais fácil essa transição se eu aprendesse com meus erros. Porque eu sofri muito e mesmo assim não aprendi. Também não tive muito amor na minha vida pra ensinar. Mudei porque era hora de mudar.
Mas não me arrependo. Porque tudo que fiz me trouxe até onde estou. E dessa nova eu, eu gosto, eu cuido, eu amo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário