Já perdi as contas de quantas vezes, ou melhor, de quantas palavras foram dedicadas, entre outros assuntos, a amores não correspondidos desde o começo do meu desabafo através do blog.
Não sei dizer se foi desperdício, desespero, desilusão ou qualquer outro sentimento similar. Não sei medir os meus momentos de sofrimento ou os meus momentos de depressão. Não tento me lembrar dos fatos passados pois acho que de certa forma já foram superados.
Mas aqui estou eu novamente para falar de que as vezes por mais que se tente, por mais que minha natureza me faça optar sempre por acreditar no lado bom das pessoas, por melhores que sejam minhas intenções e meus idealismos...
Não há como evitar...
Não podemos impedir que a ação de terceiros nos afete, como não podemos evitar a situação inversa. Não é da natureza humana pesar suas atitudes. Mas com certeza gostaria que assumir e lidar com as consequências fosse.
Entendo que o mundo não pode agir segundo minhas vontades, nem a maioria das pessoas pode agir como eu. Ainda espero ter o mesmo tipo de perguntas e respostas. Ainda espero franqueza e sinceridade. Atitude séria e não covardia. Respeito e consideração ao invés de mentiras e falsidades.
Fato: Não conseguimos tudo o que queremos do jeito que queremos. Mas olhando a fundo nossas vidas, sem medo do que em nossa história há para acharmos, veremos que temos, sim, o que precisamos. Temos nossos momentos de tristeza e alegria. Temos a punição e a recompensa. Temos a correria e a tranquilidade. E eu, particularmente, tenho todas as minhas dúvidas esclarecidas.
É bem verdade também que tenho muito aprender ainda. Muita aresta pra acertar. Tenho que praticar a boa e amiga paciência.
Todos os dias são de aprendizado. Não preciso me aborrecer com o que não posso controlar. Cada pessoa tem sua opinião. Posso me decepcionar mas, ainda assim, não há lugar para a tristeza ou a raiva. Talvez um pouco de frustração afinal ninguém esta imune a algum tipo de reação. Ninguém pode ignorar a própria personalidade. Ninguém consegue suprimir suas crenças.
Já falei muito que estava cansada. Não sabia de que, como tinha começado... Acho que não importava. Posso dizer agora que meu cansaço era mais impaciência. Que de uns tempos pra cá o simples fato de aceitar quem eu sou, minhas origens, personalidade, caráter... Bem, vamos dizer que uma certa fábula* me fez ver que não se pode evitar, mudar o que temos dentro.
Então resolvi me abraçar e me deixar ficar. Não importa se me virem como uma sonhadora, uma romântica, uma boba que tem um coração maior que os braços...
Pela primeira vez em minha vida estou bem. Não sei definir minha felicidade. Pode não ser entendida pela minha perspectiva. Mas posso dar uma dica (serve como meu guia): estou em paz porque quero estar. O mundo pode estar desabando ao meu redor. Só tenho que lembrar que passa. Que é temporário e que não podemos nos deixar influenciar demais. Sigo tentando fazer a minha parte acreditando que amanhã será melhor que hoje.
* Fábula "O sapo e o escorpião"
Num dos lados do riacho o escorpião pediu ajuda ao sapo para passar para a outra margem. O sapo anuiu e começaram a atravessar.
Não sei dizer se foi desperdício, desespero, desilusão ou qualquer outro sentimento similar. Não sei medir os meus momentos de sofrimento ou os meus momentos de depressão. Não tento me lembrar dos fatos passados pois acho que de certa forma já foram superados.
Mas aqui estou eu novamente para falar de que as vezes por mais que se tente, por mais que minha natureza me faça optar sempre por acreditar no lado bom das pessoas, por melhores que sejam minhas intenções e meus idealismos...
Não há como evitar...
Não podemos impedir que a ação de terceiros nos afete, como não podemos evitar a situação inversa. Não é da natureza humana pesar suas atitudes. Mas com certeza gostaria que assumir e lidar com as consequências fosse.
Entendo que o mundo não pode agir segundo minhas vontades, nem a maioria das pessoas pode agir como eu. Ainda espero ter o mesmo tipo de perguntas e respostas. Ainda espero franqueza e sinceridade. Atitude séria e não covardia. Respeito e consideração ao invés de mentiras e falsidades.
Fato: Não conseguimos tudo o que queremos do jeito que queremos. Mas olhando a fundo nossas vidas, sem medo do que em nossa história há para acharmos, veremos que temos, sim, o que precisamos. Temos nossos momentos de tristeza e alegria. Temos a punição e a recompensa. Temos a correria e a tranquilidade. E eu, particularmente, tenho todas as minhas dúvidas esclarecidas.
É bem verdade também que tenho muito aprender ainda. Muita aresta pra acertar. Tenho que praticar a boa e amiga paciência.
Todos os dias são de aprendizado. Não preciso me aborrecer com o que não posso controlar. Cada pessoa tem sua opinião. Posso me decepcionar mas, ainda assim, não há lugar para a tristeza ou a raiva. Talvez um pouco de frustração afinal ninguém esta imune a algum tipo de reação. Ninguém pode ignorar a própria personalidade. Ninguém consegue suprimir suas crenças.
Já falei muito que estava cansada. Não sabia de que, como tinha começado... Acho que não importava. Posso dizer agora que meu cansaço era mais impaciência. Que de uns tempos pra cá o simples fato de aceitar quem eu sou, minhas origens, personalidade, caráter... Bem, vamos dizer que uma certa fábula* me fez ver que não se pode evitar, mudar o que temos dentro.
Então resolvi me abraçar e me deixar ficar. Não importa se me virem como uma sonhadora, uma romântica, uma boba que tem um coração maior que os braços...
Pela primeira vez em minha vida estou bem. Não sei definir minha felicidade. Pode não ser entendida pela minha perspectiva. Mas posso dar uma dica (serve como meu guia): estou em paz porque quero estar. O mundo pode estar desabando ao meu redor. Só tenho que lembrar que passa. Que é temporário e que não podemos nos deixar influenciar demais. Sigo tentando fazer a minha parte acreditando que amanhã será melhor que hoje.
* Fábula "O sapo e o escorpião"
Num dos lados do riacho o escorpião pediu ajuda ao sapo para passar para a outra margem. O sapo anuiu e começaram a atravessar.
A meio do percurso o escorpião picou o sapo com o seu espigão, largando o seu veneno.
O sapo começou a sucumbir, mas ainda encontrou força para perguntar:
– Porque me fizeste isso, mesmo sabendo que poderás não chegar ao outro lado sem a minha ajuda?
O escorpião desculpou-se, acrescentando, está na minha natureza!
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