quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pois é... Quem liga?

Estou pronta pra amar novamente. Estou pronta pra sentir novamente. Pronta pra deixar fluir. Pra deixar acontecer. Pronta pra enxergar. Pronta pra descobrir. E esquecer que há consequências, que há deveres... obrigações.
Ah o que eu faria só pra ter um ventinho de esperança de que as coisas seriam como as desejo. Ah o que eu deixaria de fazer só pra ter o caloroso vendaval de amor que invade o coração dos apaixonados...
Se eu anunciar ao mundo que meu coração esta de portas abertas, maior que o mundo... Esta sorrindo mesmo dentre as dificuldades que a vida insiste em impor... Meu coração esta criança novamente, inocente, ingênuo...
Talvez um pouco marcado, manchado... Mas quem liga?
Quando as posssibilidades são as de uma alegria, felicidade, contentamento desmedido, quem liga?
E se eu tiver que esperar pelo objeto de minha afeição, quem liga?
E se ele demorar pra chegar, quem liga?


domingo, 21 de fevereiro de 2010

As fases

As fases da vida não são tão definidas quanto nós pensamos ou queremos que elas sejam. Não têm número determinado, início ou fins calculados. São fases, são temporárias, são imensuráveis. São as situações mais diversas. São os sentimentos mais improváveis. São as pequenas coisas com que temos que lidar para amadurecer.
São as pessoas que passam por nossa vida e sem saber deixam uma marca com a qual não podemos conviver. São as pessoas que passam quando tudo que queremos é que voltem e fiquem. São as amizades. São os amores. São a satisfaçao ou a insatifação.
São as palavras que deixamos fluir em nossa mente através de um livro, de uma música, de um filme. Um gesto simples. São as fases que esperamos que cheguem e que vão embora. São as justificativas para o começo e para o término. São a formação de nosso caráter e personalidade. De nossa visão sobre a vida e sobre o que fazer dela.
São a beleza e a feiúra. A distorção e a resolução. São todas as primeiras vezes da vida. São o tempo apaixonado, de coração aberto e bem cuidado. São as importâncias e os supérfluos. São as brincadeiras e o sério.
Não. É fato. As fases da vida não são definidas. Elas se repetem. Não existe ordem. Mas considerando seus esnsinamentos... Até que poderíamos aproveitar as boas um pouco mais e aprender com as ruins um pouco mais também.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Meu conto de fadas

As vezes mesmo já tendo vivido o que já vivi ainda me encontro com a vontade absurda de que meu conto de fadas se realize de um minuto pra outro, que meu princípe encantado se materialize na minha frente e me resgate da vida cruel, dos amigos, das pessoas, das situaçãoes cruéis. Imagino que com o tempo já deveria ter perdido a esperança, me desiludido e chorando, recostado num canto de parede esperando o tempo passar.
Se eu disser que já fiz tudo isso, já fui ao inferno e voltei, e mesmo assim ainda pareço uma boba quando assisto um filme romântico...Dá pra acreditar? Ainda sonho acordada, sorrio sozinha, me surpreendo com pequenas coisas...
Ai ai... Uma boba, romântica incorrigível, um coração tão mole e cheio de amor.
E talvez uma insegura que precise de um telefonema no fim do dia só pra ouvir "que tá tudo bem, meu amor, boa noite".
E talvez uma ansiosa que precise de um abraço de vez em quando e um beijo na testa e um sorriso.
E talvez alguém que precise de outro que tenha paciência pra me escutar ou me ver chorar.
Um gostar por gostar. Um amor sem muitas cobranças. Um amor verdadeiro... seja lá como for.
Um sentir diferente... Uma segurança... Uma presença constante.
Um conselheiro, companheiro mesmo.
Meu conto de fadas teima em me fazer sofrer...