sexta-feira, 26 de março de 2010

De novo: O amor!

Hoje li uma crônica que falava de amor.
Da falta de amor. Aquele amor à moda antiga.
Amor de mãos dadas, bobo e sem noção.
Amor sem preconceitos, sem fronteiras, sem barreiras.
Amor responsável, compreensivo, amigo.
Já falei tanto desse amor.
Já usei muito as mesmas palavras.
Já usei até as mesmas frases.
Desse amor eu nunca canso.
Das demonstrações de carinho.
De um beijinho na mão.
De um telefonema apressado cheio de saudades.
De umas risadas pra descontrair.
Aquele amor sem vergonha.
Que grita que ama.
Daquele amor que chora.
Daquele amor que fica sentido, magoado.
Que fica alegre e despreocupado.
Aquele amor que é pra sempre.
Parafraseando: Amor inteligente...
Pois sabe que pra sempre é o esforço que faz.
Pra sempre é pra quem luta e protege.
Pra quem conversa e resolve.
Pra quem decide que quer sempre mais.

Um comentário:

  1. O pior é que depois de tantos anos, não sei se quero mais. Acho bonito, mas tenho medo.

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